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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Requentada: "Os Vedoin acusam Serra", publica IstoÉ


N° Edição: 1926 | 20.Set.06


Donos da Planam afirmam que o ex-ministro José Serra está envolvido com a máfia das ambulâncias e entregam novos documentos sobre a distribuição de propinas


Por Mário Simas Filho e Biô Barreira, Cuiabá (MT)




A reportagem diz:

Na última semana, os termômetros na capital de Mato Grosso registravam temperaturas superiores aos 35 graus centígrados. Tão quentes quanto Cuiabá são os documentos que os empresários Darci Vedoin e seu filho Luiz Antônio obtiveram junto a bancos para ser entregues à Justiça, ao Ministério Público e à CPI dos Sanguessugas. Ambos são donos do grupo Planam, as empresas flagradas pela Polícia Federal em maio deste ano em um esquema de compras superfaturadas de ambulâncias que foram distribuídas a todo o País. Na ocasião, a PF prendeu 46 pessoas, entre elas os Vedoin, que permaneceram na cadeia por 80 dias.

Na quinta-feira 14, pai e filho fizeram chegar às mãos dos responsáveis pelas investigações uma pasta recheada de novos documentos. ISTOÉ teve acesso a esses documentos com exclusividade. Os mais importantes são extratos bancários que demonstram dezenas de depósitos feitos pelo grupo Planam a pessoas físicas e jurídicas até agora não mencionadas. Com essa documentação, a Justiça, o Ministério Público e a CPI ficam aparelhados para incluir nas investigações sobre a máfia das ambulâncias a efetiva participação dos ex-ministros da Saúde José Serra e Barjas Negri. “Na época deles o nosso negócio era bem mais fácil. O dinheiro saía muito mais rápido. Foi quando mais crescemos”, diz Darci. “A confiança do pagamento era tão grande que chegamos a entregar cento e tantos carros apenas com o empenho do Ministério, antes de a verba ser liberada.”
Leia na íntegra aqui.


Leitura indicada pelo Textos ao Vento, do jornalista José Carlos Peixto Júnior.

Serra sabia da quebra de sigilo, revela matéria do SBT

Uma matéria apresentada pelo telejornal SBT Brasil revela que o candidato do PSDB à presidência já sabia, desde 2009, da quebra de sigilos fiscais por uma máfia que atua em São Paulo. Na reportagem, Serra comenta sobre o vazamento de sua declaração e de sua mulher com bastante naturalidade, sem acusar o PT ou afirmar que houve motivos eleitorais.

Quem pagava cerca de R$ 2.000, recebia uma senha de acesso ao Infoseg, que possibilitava o acesso de mais de 17 milhões de sigilos fiscais



Até mesmo a Folha publicou reportagem sobre o assunto, em 2008.

Senhas de acesso ao Infoseg, sistema federal responsável pela interligação dos bancos de dados de todos os órgãos de segurança pública do país, são vendidas atualmente por aproximadamente R$ 2.000 na região da rua Santa Ifigênia, no centro de São Paulo.

A Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e a Polícia Federal investigam quem vende e quem compra as senhas que, a partir de qualquer computador conectado à internet, permitem consultar dados cadastrais e sigilosos dos cidadãos.

A rede Infoseg é controlada pela Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), órgão do Ministério da Justiça. Além de guardar dados sigilosos sobre qualquer cidadão, a rede tem informações sobre todas as empresas com sede no território nacional -inclusive nomes e endereços de seus donos ou responsáveis.

Dados como CPF, RG, endereços residenciais e comerciais, e-mails, telefones, título de eleitor, carteira nacional de habilitação, placas de carros e até registros de armas estão disponíveis na rede.

O Ministério da Justiça, órgão responsável pela Senasp e pela Infoseg, as polícias Civil e Militar de todos os Estados, os Ministérios Públicos Estaduais e o Federal, a Receita Federal, o Judiciário, a Abin e a PF também usam a base de dados para realizar suas investigações.

Ontem, o telejornal "SBT Brasil" exibiu reportagem na qual mostrou como conseguiu comprar por R$ 2.000 uma senha da rede Infoseg. A negociação foi feita em um posto de gasolina, na esquina da avenida Rio Branco com a rua Aurora, bem ao lado do prédio onde funcionam o 3º DP (Santa Ifigênia) e a 1ª Seccional.

Com a senha, formada por um número de CPF para acesso e uma palavra-código, os repórteres do SBT teriam consultado informações confidenciais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dos ministros Tarso Genro (Justiça) e Dilma Rousseff (Casa Civil), do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), do secretário de Justiça do Estado de São Paulo, Luiz Antônio Marrey e do procurador-geral de Justiça de SP, Fernando Grella Vieira.

A senha foi criada para uso da Receita Federal e estava registrada com nome e CPF de uma mulher de Belém (PA).

Na investigação da Abin e da Polícia Federal, existem indicações de que algumas pessoas que se identificaram como policiais civis e militares de São Paulo compraram as senhas da rede Infoseg para fazer investigações clandestinas. Assim, evitariam deixar rastro sobre as possíveis consultas.

Ajude a divulgar!


Com informações do Portal Luis Nassif

Thomate: Tiro no pé


Charge de Thomate para A Cidade(R. Preto)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Enfim, Serra entendeu resultado das pesquisas e desistiu da cantilena do sigilo quebrado

"Não cristão no mundo que aguente o repeteco do sigilo", entendeu Serra, o apelo popular. Pelo menos, é o que afirma, em parte, a matéria "Em feira religiosa, Serra se diz cristão e não fala sobre quebra de sigilo", publicada no G1, na última terça (07).

Repensando os últimos fatos, que podem ampliar o fracasso da coligação "O Brasil Pode(ria) Mais", Serra desistiu de falar sobre a quebra de sigilo de sua filha e aliados. Diversos fatos, sobretudo os números mais recentes da pesquisa Tracking Vox populi/Band/iG, podem ter feito o candidato do PSDB à presidência abandonar parcialmente a estratégia do denuncismo.

Dentre os fatores que o forçou tomar tal decisão, além das pesquisas é claro, está na possibilidade do jornalista Amaury Ribeiro Jr. ser ouvido pela Polícia Federal, sugestão do presidente do PT, Eduardo Dutra. O jornalista publicará, em 2011, o livro "Os Porões da Privataria", um trabalho de dez anos de anos, iniciado ainda quando ele era repórter do O Globo e se aprofundou com uma reportagem na IstoÉ sobre a CPI do Banestado.

De acordo com Ribeiro Jr., a obra descreve com detalhes o que seria a participação de Serra e aliados tucanos nos bastidores das privatizações durante os dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso. Leia a introdução do livro aqui.

Um novo fato pode, também, ter pesado na decisão de Serra. Alguns jornais já publicaram que a servidora Ana Maria Cano, citada como uma das responáveis pela quebra do sigilo fiscal dos tucanos é filiada ao PMDB de São Paulo, partido do Oréstes Quércia, apoiador incondicional da candidatura de Serra. Os jornais que não abafaram a descoberta, optaram por não fazer esta ligação. É que, como vem advertindo toda a imprensa alternativa, o crime pode ter sido cometido por fogo "amigo", durante as disputas internas do PSDB, quando Serra e Aécio brigavam pela candidatura à presidência, no final de 2009.

Tarde demais

No programa eleitoral de Serra, as denúncias vão continuar. Em público, a cuíca muda o tom. As acusações ficarão, possivelmente, a cargo da imprensa aliada, que continuará fabricando manchetes que sirvam como material publicitário à campanha de seu candidato.


Press DELETE

Passado o dia de cristão do Serra, vi ao concluir este post, o candidato tucano cancelou sua viagem, hoje, para gravar resposta aos "ataques" do presidente Lula. "O texto ainda não foi definido pela campanha tucana, mas deve ser exibido amanhã", informou o house organ da campanha de Serra, Folha.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Tracking Vox/Band/iG: Dilma tem 56%, Serra 21%

"Os números do tracking do Vox Populi para este 7 de setembro mostram que os votos estão migrando de José Serra para Dilma Rousseff, já que o número de indecisos permanece estável", destacou o jornalista Luiz Carlos Azenha em artigo publicado no weblog Vi O Mundo.

Azenha questionou, ainda, a "teoria da estagnação", largamente utilizada pela imprensa nativa para para justificar a "Hora da virada" de Serra. "Se considerarmos que o tracking do Vox Populi merece confiança, não é verdadeira a análise segundo a qual a candidata do PT bateu no teto e José Serra, no piso", concluiu.

O portal da Rede Bandeirantes, eBand, preferiu ficar com os últimos números do Datafolha, uma situação mais confortável: Dilma 50%, Serra 28%. Apenas o portal iG publicou os resultados da nova pesquisa.


O relato frio do iG

No sétimo dia das medições do tracking Vox Populi/Band/iG para a eleição presidencial, a petista Dilma Rousseff obteve 56% e o tucano José Serra 21% das intenções de voto. Em relação ao primeiro dia da medição, no dia 1 º de setembro, a petista oscilou positivamente (cresceu) cinco pontos percentuais. O candidato tucano teve oscilação negativa (caiu) de quatro pontos percentuais. A margem de erro é de 2,2 pontos. No dia 1º de setembro, Dilma tinha 51% e Serra 25%.


A candidata Marina Silva (PV), terceira colocada, manteve-se com 8% das intenções de voto. Brancos e nulos são 4%, indecisos somam 10%, mesmo índice do levantamento do dia anterior, e os outros candidatos têm 1%.

A pesquisa, publicada diariamente pelo iG, ouve novos 500 eleitores a cada dia. A amostra é totalmente renovada a cada quatro dias, quando são totalizados 2.000 entrevistados.

Na pesquisa espontânea, quando o nome do candidato não é apresentado ao entrevistado, Dilma oscilou positivamente (cresceu) um ponto e tem 45%, Serra por sua vez oscilou negativamente ((caiu) e marca 16%, um ponto a menos que na sondagem anterior. Marina Silva manteve-se com 6%.

A petista apresentou melhora de três pontos da região Sudeste, onde tem 49%. Serra oscilou negativamente (caiu) três pontos, para 22%. Na região Centro-Oeste/Norte, Dilma passou de 55% para 54%, enquanto Serra ficou estável em 25%. Na região Sul, Dilma oscilou de 53% para 51% e Serra, de 25% para 24%. No Nordeste, Dilma passou de 71% para 70% e Serra, de 15% para 16%.

Cientistas para explicar o óbvio

De acordo com cientistas políticos ouvidos pelo iG, o movimento apresentado pelo tracking evidencia que a violação do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB e de Verônica Allende Serra, filha do presidenciável tucano, não interferiu na escolha do eleitor. “A Dilma ficou uma semana sob fogo cruzado, mas a crise (da quebra do sigilo) não colou na campanha”, afirma Marco Antônio Carvalho Teixeira, cientista político e pesquisador da PUC-SP e da Fundação Getúlio Vargas.

Para Murilo de Aragão, cientista político e presidente da Arko Advice Consultoria, “a maioria esmagadora dos eleitores já optou pela candidata do Lula e o episódio do sigilo, em que pese a gravidade do assunto, não teve repercussão para o eleitorado”. Segundo Aragão, os eleitores tendem a enxergar o mundo político como uma realidade à parte. E, por isso, o escândalo da violação do sigilo está distante do eleitorado.

“A tendência das eleições está dada”, afirmou o presidente da Arko Advice. Ele diz que desde o ano passado já esperava uma vitória da candidata petista no primeiro turno, mas a grande surpresa no processo eleitoral “é a tamanha vantagem da Dilma”. Com relação ao candidato tucano, Aragão vaticina: “Serra está perdido. Hoje ele é um passageiro da campanha”.

Ainda em relação ao escândalo do sigilo, Teixeira diz que “Serra deu um tiro no pé” ao atribuir a Dilma a quebra do sigilo e, logo no início, pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a impugnação da candidatura petista. “Ao negar o pedido, o TSE sinalizou que o problema pode ser do PT, mas não é da campanha da Dilma”, diz o cientista político. Segundo ele, os tucanos também caíram em uma saia justa com as denúncias, no Rio Grande do Sul, de que um sargento que atuava na Casa Militar responsável pela segurança da governadora Yeda Crusius (PSDB) teria acessado dados confidenciais do candidato Tarso Genro (PT).

Murilo de Aragão também busca no passado uma explicação. “A derrota de Serra começou a ser escrita oito anos atrás”. De acordo com ele, o PSDB não traçou uma estratégia para voltar ao poder. “O PSDB se organizou apenas em torno do prestígio dos seus cardeais e não soube explorar as falhas do governo Lula”, afirma. Segundo ele, as únicas ocasiões em que os tucanos tiveram alguma chance de ganhar eleições aconteceram em “episódios fortuitos”, como o mensalão.

O presidente da Arko Advice faz uma analogia para ilustrar em que situação está a disputa eleitoral. “Imagine uma luta de boxe. A Dilma está vencendo por seis a três e falta apenas um último assalto para terminar o embate. O que ela tem que fazer é evitar o choque. E o Serra só pode vencer por nocaute”.

Gilson Caroni Filho: Balas de prata e os tempos das filhas

Reproduzo, abaixo, artigo do colunista Gilson Caroni Filho, publicado no website Carta Maior.


É cristalino o significado político das últimas declarações de José Serra. Ao comparar, em um telejornal das Organizações Globo, a presidenciável petista, Dilma Rousseff, ao ex-presidente Fernando Collor, o tucano deixou claro que já não lhe sobra margem para argumentos sutis. Quando responsabiliza a ex-ministra pela quebra do sigilo fiscal de sua filha, Verônica Serra, o candidato do PSDB, comprova, mais uma vez, que, neste momento, está refugiado à sombra de togas obscuras e barões midiáticos, aos quais deve prestar vassalagem até o dia 3 de outubro.

Carente de apoio popular, perdendo força a cada dia na classe média, e constatando a decomposição de seu apoio político-parlamentar, Serra só espera sobreviver a partir do apoio que vem obtendo de redações que se transformaram em extensões de seus comitês eleitorais. Sua candidatura está em estranha suspensão, em compasso de espera entre o imprevisto e um novo ato do drama de retrocesso calculado. Esperando por uma improvável “bala de prata", parece estar pronto para enveredar por uma aventura de alto preço para o país: um golpe branco em nome da preservação do Estado Democrático de Direito. Melancólico, mas é o que parece lhe restar.

Fingindo não saber que acabou o teatro esquizofrênico do falso moderno que pensava ser rei, o tucano não teme o ridículo: “O Collor utilizou o filho do Lula em 1989. Agora, pegaram a minha filha (...) para meter nesse jogo político sujo por preocupação com a minha vitória. Dilma está repetindo Collor". Traçar paralelismos requer cuidados que, quando não são tomados, revela a verdadeiras intenções do discurso e do gesto. A mistificação - e Serra deveria saber disso - costuma cobrar preço alto.

Vamos por partes, para melhor detalhar o processo. Collor foi eleito através de uma campanha em que misturou um discurso modernizante com apelos a valores e crenças tradicionais. A reforma do Estado e a moralização da sociedade eram os eixos centrais do discurso. Quem, a essa altura da campanha, está adotando a receita do bolo collorido? A total ausência de compromisso com a verdade e com a ética é marca de qual candidatura? Não convém brincar com o passado recente. O país, hoje, já não padece de aguda crise de cidadania. A sociedade civil já não se submete às surradas cantilenas reacionárias.

Collor atiçou o medo das camadas médias denunciando futuras medidas socializantes de candidatos mais à esquerda, principalmente Lula. Quando, seguindo a mesma trilha do “caçador de marajás”, um prócer tucano afirma que ”devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários “, cabe a pergunta: quem está repetindo quem? Que democracia é preservada quando se pretende reduzir o aparato estatal a uma espécie de polícia da produção a serviço dos ditames do mercado? Como obter a submissão do mundo do trabalho sem a supressão de direitos democráticos?

Por fim, o ex-presidente da UNE, deveria se lembrar que Collor atacou seu adversário no segundo turno, manipulando uma antiga namorada de Lula. Em tudo isso, o ex-presidente contou com uma máquina de apoio e propaganda como nunca tinha sido visto, custeada por grandes grupos econômicos. O apoio da Globo foi, como é, notório e especialmente importante. Como se vê, não cabe misturar filhas e tempos distintos.

Lurian Cordeiro da Silva surgiu no cenário eleitoral como golpe baixo de uma campanha ameaçada pela curva de crescimento da candidatura oponente. Verônica Allende Serra, sem que se saiba ainda quem encomendou a quebra de seu sigilo fiscal, vem a público por emanações do mercado financeiro. Não é plausível confundir coisas e nomes. Sociedades financeiras e namoros apaixonados são coisas bem diferentes. Disso sabem todos, de Miriam Cordeiro a Daniel Dantas.

O que poucos se dão conta é que o uso da “bala de prata” é improvável por uma logística inédita: dessa vez o “lobisomem” e o atirador estão umbilicalmente ligados. Qualquer disparo fulmina os dois. Simbiose perfeita.

Serra e a quebra de sigilo fiscal


Charge de Duke para o Super Notícia (MG)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Terrorismo tucano dá resultado: Dilma 55%, Serra 22%

Alterações dentro da margem de erro?! Não deu para segurar a balela por muito tempo, confirma a pesquisa Tracking Vox Populi/ Band/ iG.


Último Segundo - Portal iG

No sexto dia das medições do tracking Vox Populi/Band/iG para a eleição presidencial, a petista Dilma Rousseff obteve 55% e o tucano José Serra 22% das intenções de voto. Pela primeira vez desde o início da medição, no dia 1 º de setembro, a petista oscila positivamente acima da margem de erro que é de 2,2 pontos percentuais. O mesmo ocorre com o candidato tucano, que oscila negativamente além da margem de erro. No dia 1º, Dilma tinha 51% e Serra 25%.

A candidata Marina Silva (PV), terceira colocada, apresentou novamente 8% das intenções de voto –mesmo percentual da última pesquisa. Brancos e nulos são 4%, indecisos somam 10%, mesmo índice do levantamento do dia anterior, e os outros candidatos têm 1%.

A pesquisa, publicada diariamente pelo iG, ouve novos 500 eleitores a cada dia. A amostra é totalmente renovada a cada quatro dias, quando são totalizados 2.000 entrevistados.

Na pesquisa espontânea, quando o nome do candidato não é apresentado ao entrevistado, Dilma ocilou positivamente um ponto e tem 44%, Serra por sua vez oscilou negativamente e marca 17%, dois pontos a menos que a sondagem anterior, e Marina Silva 6%.

A petista apresentou melhora em todas as regiões do País e segue na liderança. Já Serra, oscilou negativamente em todas as regiões. Dilma tem seu melhor desempenho na região Nordeste, onde soma 71% dos votos contra 15% de Serra e 5% de Marina.

Folha vira chacota mundial


A Folha de S. Paulo foi procurada pela redação do website Comunique-se, especializado em informações sobre a mídia brasileira. O motivo foi a manchete "Consumidor de luz pagou R$ 1 bi por falha de Dilma", publicada na edição de domingo (05), um dos assuntos mais comentados no Twitter.

De forma bastante humorada, milhares de internautas o usaram o Twitter para criticar a postura do jornal, que tentou atribuir à candidata do PT os prejuízos de uma lei criada por FHC. A hashtag #DilmaFactsByFolha, utilizada para sugerir novas manchetes para a Folha, ocupou o terceiro lugar no Trending Topics mundial, e foi citado no ranking divulgado pelo jornal britânico The Independent.

Fora do Brasil, o fato virou notícia. Aqui, nenhum dos jornais publicou sequer uma linha, uma notinha escondida. Nada.



Mídia dá o tom da campanha de Serra


Veja as manchetes dos principais websites da "velha imprensa":


eBand
Em sabatina Serra compara Dilma a "envelope fechado"



Estadão 1
“Eu represento a certeza, Dilma é a dúvida", disse Serra


Estadão 2
Serra critica quebras de sigilo de tucanos: "Isso é o DNA do PT"


O Globo
Serra: "Lula deboxou de coisa séria"


G1
Serra afirma ver motivação política, mas não eleitoral



Último Segundo - Portal iG
Dilma se esconde atrás de Lula, diz Serra



Abril.Com

Pestista nasce com DNA da fofoca, diz Serra


Folha
"No fundo da alma, PT não é democrata", diz Serra em sabatina